terça-feira, 10 de março de 2009

Eu-cricificado (prologo 1)

E eis que, em minha frente, sem o saber, os portões do inferno eu aviste. Mesmo com o punho cansado da longa viagem através das montanhas, bati. Ninguém veio abrir. A pesar do cansaço e da desiluzão, segui por meu caminho...

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